sexta-feira, 17 de maio de 2013

Jovens Exploradores - Jacob Oh




‘Young Explorers’
Author: Jacob Oh

It is the young ones who
On cool spring days
Will barrel through the woods
And find a better path to take
Than those who have come before.

It is them who can hold the day
And allow it to unfold for them
Who will see things for what they
Really are worth.

The paths are long and crooked,
But they are bright and strong,
And watched by those who would
Protect the woods

And the ones who will find
The new paths.



'Jovens Exploradores'
De: Jacob Oh

São os jovens que
Em dias frios da primavera,
Vão correr pela floresta
E encontrar um caminho melhor para tomar
Do que aquele dos que vieram antes.

São eles que podem esperar pelo dia
E permitir que ele se desdobre para eles,
São eles que vão ver as coisas como elas
Realmente merecem ser vistas.

Os caminhos são longos e tortuosos,
Mas eles são brilhantes e fortes,
E são observados por aqueles que
Protegem a floresta

E são aqueles que irão encontrar
Os novos caminhos."

Fonte: https://www.facebook.com/JacobOh.Art
Tradução livre de Katharosnirak


domingo, 28 de abril de 2013

Eu voltarei...

de Cora Coralina


Meu companheiro de vida será um homem corajoso de trabalho, servidor do próximo, honesto e simples, de pensamentos limpos.

Seremos padeiros e teremos padarias. Muitos filhos à nossa volta. Cada nascer de um filho será marcado com o plantio de uma árvore simbólica.

A árvore de Paulo, a árvore de Manoel, a árvore de Ruth, a árvore de Roseta…

Seremos alegres e estaremos sempre a cantar. Nossas panificadoras terão feixes de trigo enfeitando suas portas.

Teremos uma fazenda e um horto florestal. Plantaremos o mogno, o jacarandá, o pau-ferro, o pau-brasil, a aroeira, o cedro.

Plantarei árvores para as gerações futuras.

Meus filhos plantarão o trigo e o milho, e serão padeiros. Terão moinhos e serrarias e panificadoras.

Deixarei no mundo uma vasta descendência de homens e mulheres, ligados profundamente ao trabalho e à terra que os ensinarei a amar.

E morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos ceifeiros.

Eu voltarei…

A pedra do meu túmulo será enfeitada de espigas de trigo e cereais quebrados, minha oferta póstuma às formigas que têm suas casinhas subterra e aos pássaros cantores que têm seus ninhos nas altas e floridas frondes.

Eu voltarei…

O quadro é obra do pintor e entalhador Ary Salles.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Meu último homem

De Ana Maria Gonçalves



Quando o meu último homem chegar
Vai me encontrar alerta
Armada de mil argumentos
Disposta a não mais amar
A porta semiaberta
Mas com placa de 'Não Perturbar'.

Vai fazer uma reverência lenta
Respeitando as dores do meu coração
Mas vai ignorar o aviso
E usando como chave um sorriso
Invadir meu jardim
E fechar por dentro o portão.

Vai espreitar pela janela
Uma leve batida para não me assustar
Vai sentar-se à varanda
E perder-se a me olhar.
Vai fazer-se de velho amigo
Embaralhar suas memórias, como se fossem comigo
Aceitar um café e oferecer-se para ir buscar.

Quando meu último homem chegar
Aquecendo a vida entre os dedos
Perguntando porquê antes de nós
Passaram-se tantos dias assim
Vai roubar para ele meus segredos
E entregar os dele pra mim.

Vamos falar primeiro das flores,
Da época de poda do roseiral
Dos espinhos, passaremos às dores
E entre impossíveis e risíveis amores
Ele vai me contar das afrontas
Das mulheres que se diziam prontas
Mas que a vida tratou de medrar.

Vai me falar em especial sobre uma delas
Aqueles casos que não têm por que acabar
Talvez só para eu ficar sabendo
Que o coração que agora me cabe
Já foi capaz de muito amar.

Vai respeitar meu silêncio enquanto penso
No que ela pode ser melhor que eu
E antes que eu me desmereça
Vai pousar um olhar no meu medo
Pintar nos meus olhos um futuro distante
Fazer-se meu, até perder de vista
Até fazer sumir do foco
Todos os que já vieram antes, pois:
- Em cada amor, meu amor, as coisas são diferentes.

E em meio a ervas daninhas
Vai arrancar lágrimas que eram só minhas
Mas que ele promete nunca mais deixar brotar.

Quando meu último homem chegar
Vai me embalar nas suas histórias
Vai puxar pra perto minha cadeira
E feita criado-mudo na cabeceira
Me dar seus sonhos pra eu guardar.

Vai trazer no bolso uma flor
Dessas do campo, que se dá sem ninguém cuidar
Emaranhá-la nos meus cachos
Chegar perto para um cheiro
E inundar-me os ouvidos com seus achos
Dizer - Porque sim, isto de amor
Acho que não tem que explicar.

Antes que meu último homem me beije
Fará das palavras dedos longos
A percorrer-me os contornos
Eriçar-me os entornos
Pedindo para eu nada dizer.

Quando este homem tomar-me as mãos entre as suas
Eu vou esquecer o cansaço
De ter estado a lhe procurar
E por todos os outros que beijei
Por todos os prazeres que lhes dei
Só vou me sentir agradecida
Por nada terem feito
A não ser me preparar.

Meu último homem terá assim um olhar
Daqueles que eu não consigo desviar
Rirá de mim, por mim, comigo, de si
Encherá meu mundo de um riso sem motivo
Estas coisas bobas de tão boas
Que fica só entre os amantes
E ninguém tem coragem de contar.

Esse meu último homem
Trará velas e incensos
E perguntará que disco eu tenho, pra combinar
Encherá o ar de suspiros amiúde
Dançará comigo, instigando meu querer urgente
Deixando o corpo afastado e rente
A brincar com meu desejo
No anticlímax de me entregar.

E só então vai me dar um beijo
Lento, longo, possesso, posseiro
E daí pra frente eu não responderei por mim
Só lembrarei dele fazendo um carinho
Apertando o biquinho
Colocando a mão pra esquentar.

Meu último homem,
Não me dará direito a frescores
Manterá em brasa meus pudores
Vai me enlouquecer, fazer pedir, gritar.
Quando este homem me despir
Contemplará minhas imperfeições
Achando as coisas mais lindas de se olhar
Brincará com meu corpo nu
Mandará buscar nos meus sonhos infantis
As fábulas, os contos, os encantos
E todos os sonhos a que faço jus.

O que este homem quer de mim
É a fêmea,
Menina faceira
Cabocla trigueira
Gueixa submissa
Dama da corte
Puta
Voyeur
Dançarina única do harém.
E o que eu mais quero nele
É em mim, o que ele quer também:
Eu sempre junto dele, como sua última mulher.

Amém.

Fonte: http://manuelcarvalho.8m.com/ana7.html
(Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citada a autora e a fonte)

domingo, 28 de outubro de 2012

Delicadezas da Alma


Flor Delicada



Quem me dera poder proteger suas pétalas,
da chuva amarga que cai sobre elas,
do vento tórrido que te abrasa fortemente,
da solidão que sempre se faz presente.




É maravilhosa a sua delicadeza,
seus traços finos exibem a beleza,
de uma flor frágil e delicada,
uma menina que anseia ser amada.



Tua bondade é tua fragrância,
teu amor resplandece qual chama divina,
se destacando diante de tudo em sua volta,
como uma flor única e graciosa.



Quero soprar contra os ventos que te assolam,
regar tuas pétalas com amor e ternura,
pisar sem piedade sobre aqueles que te pisam,
e não deixar cair sobre ti a chuva amarga.



Fostes plantada num mundo cruel e ingrato,
aonde o mais forte oprime o mais fraco,
plantada sob o Sol abrasador e tórrido,
e diante das intempéries do tempo perverso.



Continuarás a exibir-se exuberante,
suas cores serão vistas eternamente,
seu perfume continuará encantando,
mesmo diante de qualquer pesadelo.



Teu amor conquistará pequeninos e a grandes,
apaziguará suas dores e seus temores,
que serão apenas, lembranças …



Escrito por: Alexandre Bueno



Retirado do Facebook no perfil de Formação de Egrégora [https://www.facebook.com/pages/Forma%C3%A7%C3%A3o-de-Egr%C3%A9gora/169741926463694]

terça-feira, 9 de agosto de 2011

OS QUATROS CAMINHOS DA VIDA


Quando usamos nossa sabedoria, expressamos nossos dons e habilidades, todo nosso ser e vivemos nosso poder pessoal, estamos inteiros e presentes, como co-criadores do universo, estamos vivendo internamente os arquétipos do GUERREIRO, do CURADOR, do VISIONÁRIO e do MESTRE.

No caminho do GUERREIRO estamos sempre inteiros, com o físico, energético, mental e espiritual conectados, estabelecemos os limites, alinhamos palavra e ação, honramos e respeitamos a nós e os outros, somos transparentes e claros no que queremos dizer, estamos atentos ao nosso poder e aos “truques” criados por nós mesmos, ou por outros, afim de impedir aquilo que deve ser feito.

No caminho do CURADOR reconhecemos o poder do amor e do coração, isto é, reconhecimento, aceitação, consideração, valor, gratidão, em todas as situações. Procuramos nossa inteireza e plenitude, percebendo nossos vínculos com todos os seres vivos (pedras, animais, rios, plantas...), abrindo nossos braços, sendo mais suaves, criativos, confiantes na vida e na existência, aliando nossa luz à nossa sombra.

No caminho do VISIONÁRIO não julgamos, não criticamos, expressamos nossa verdade sem culpa ou medo, trazemos o sonho e o propósito de nossa vida, da nossa alma, abrimos nossa força interior da autenticidade e damos espaço à nossa voz interior e à nossa intuição.

No caminho do MESTRE vivemos o desapego, aprendemos a confiar, usamos nossa sabedoria e objetividade sempre abertos para os resultados, mas sem estar preso a eles. O MESTRE aprende com seus erros e ri deles. Honra os rituais, cumpre os compromissos e respeita os espíritos ancestrais e o silêncio. Confia na existência e deixa de viver causa e efeito para viver a sincronicidade.

(Desconheço a autoria)

quarta-feira, 27 de julho de 2011

A Arte de Recomeçar


Recomeçar é importante.
Recomeçar é divino, é quase uma ressurreição.
É assim na vida, é assim no amor: a vida é cíclica e ao mesmo tempo sempre nova.
Sempre é preciso dar a volta por cima, se reinventar.
Perdi um sonho, que foi sendo morto aos poucos por aqueles que não mereceram o que eu sonhei.
Mas não os culpo, sei que nada acontece por acaso.
Então, agora é hora de transmutar as mágoas e viver a vida que ainda tenho para ser vivida...

(Inspirado no poema de Essentia. Vide http://divinessencia.blogspot.com)

terça-feira, 26 de julho de 2011

A Humildade do Terapeuta

Por MARCO ANTÔNIO MENELAU
Médico naturalista, criador e pesquisador das essências florais do nordeste.

Não é nosso corpo que fica doente, mas sim nossa Alma. Esta foi a maior descoberta de Dr. Bach, quando percebeu que nós somos muito mais do que o corpo, e que este na verdade é apenas uma conseqüência e não uma causa. O indivíduo sofre de raiva, de medo, de tristeza, de sofrimento, de ódio, de mágoa, de solidão, de angústia, de desespero. Não existem "doenças" e sim indivíduos que se encontram doentes, e doentes da Alma, repletos destes sentimentos negativos.
A causa real das doenças está no desvio da personalidade, que começa a agir, pensar e sentir de maneira contrária à Sua Alma Divina Interior. Este desvio foi provocado pelo livre arbítrio, e é de responsabilidade de cada indivíduo. Se a liberdade provocou o mal, então a própria liberdade vai repará-lo!
Quando um terapeuta floral vai consultar um paciente, ele está diante de algo muito grande. Cada ser é um infinito, um mundo inteiro, um Universo a descobrir. E neste contato, o terapeuta é um amigo, um conselheiro, um confidente, um artista, e antes de tudo um facilitador da cura. Entrar em contato com um paciente é encontrar uma Alma! A função maior do terapeuta é ajudar esta Alma a se curar! O sintoma do corpo físico é uma expressão desta Alma doente, que se desviou da sua essência Divina, e está tentando retornar a Ela. A cura é este retorno e o terapeuta é o facilitador deste processo, pois ninguém cura ninguém, o terapeuta pode ajudar o indivíduo a se curar! Cada indivíduo é responsável pela sua cura, exatamente porque um dia, também foi responsável pela sua doença.
É fundamental que o terapeuta tenha humildade, para não se deixar seduzir pelo sentimento de superioridade diante do paciente ou o pior: acreditar que é ele que cura o paciente! Este é o grande erro da medicina. Com sua ciência materialista muito avançada, a medicina alimenta a idéia do médico que cura o paciente, do médico que tem muito conhecimento e por este motivo é o grande curador! O médico veste esta camisa e assume uma responsabilidade muito grande! A sociedade cobra esta responsabilidade, o que constitui um grande erro. O médico tem uma responsabilidade limitada! Ele não foi o causador da doença do paciente. Este sim é responsável pelo seu mal.
Só a própria Alma pode se curar! As essências florais ajudam, mas elas respeitam o livre arbítrio do indivíduo e não interferem jamais. O terapeuta pode cair no erro de interferir, de cobrar, de tentar curar o paciente forçando o seu livre arbítrio.
No momento de uma consulta, o paciente está permitindo que o terapeuta o ajude. Neste momento o paciente cedeu o seu livre arbítrio e aí o terapeuta se encontra numa situação de poder. E para que o poder seja bem utilizado em benefício do outro, ele precisa estar repleto de Amor! Só o Amor do terapeuta pode ser a porta aberta da cura! O Amor cria um clima especial, Ele é a força maior da cura, é Ele que cataliza todo processo terapêutico. Sem Amor por parte do terapeuta a consulta é fria, sem vida, e sem cura! O terapeuta precisa estar preparado, precisa ter ética, precisa ter consciência de que ele é um facilitador e que a Cura Verdadeira "passa" através do curador. A cura não parte do terapeuta, ela vem do Alto! Ela é a conclusão de todo processo de crescimento individual da Alma, que através da doença cresce e evolui no caminho para o Alto, para o reencontro com Sua Própria Natureza Divina! A Cura vem do Alto, do Divino, e flui através do terapeuta, principalmente se ele tiver Amor no Coração, e trabalhar com este Amor. A Cura acontece, como um amanhecer, um canto de um pássaro, uma chuvarada ou uma suave brisa no campo, a Cura surge espontaneamente, como o resultado final de todo um trabalho de Amor, tanto por parte do paciente quanto do terapeuta. O Amor é a energia que abre as portas para a Cura e esta chega de uma forma natural.
A melhor maneira do terapeuta conseguir incorporar esta humildade, é deixar este Amor fluir por ele, e perceber que ele é apenas um instrumento do Divino, para ajudar aquele indivíduo doente a retornar à Sua Própria Alma. E neste sentido o terapeuta não ajuda a curar apenas, ele se cura também dentro do processo, porque um processo terapêutico é um encontro entre duas Almas, entre duas existências, que interagem entre si para ambas encontrarem a cura. O terapeuta se cura curando. Ama amando! Aprende ensinando!
Curar o outro é curar a si mesmo, porque a Cura que é o Amor Incondicional flui através do terapeuta. Esta energia chega a ele e transborda para o outro. E quem primeiro se beneficia é quem doa. Jesus Cristo nos deu o grande exemplo disto, pois quando alguém se curava agradecia a ele e sempre em todos os momento dizia: "foi a tua fé que te salvou", ou em outras palavras: "você escolheu a Cura, você quis a Cura e a encontrou através de mim".

Fonte: Matéria publicada no Jornal holístico Filhos do Sol de Janeiro de 2002.


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A Negligência com o corpo não pode ser justificada!

A tendência a negligenciar o corpo, no zelo de se alcançar o eu espiritual, é freqüentemente encontrada entre aspirantes.
Entretanto, não se pode correta­mente separar um do outro e devem ser considerados em conjunto, se se espera um bom resultado final.
Todo homem — e o aspirante não é uma exceção a esta regra — vive em ambos os planos da existência. A negligência para com o corpo não pode ser justificada pela afirmação de que não há interesse nele porque to­do o interesse foi elevado acima dele.
A despeito de qualquer afirmação mental ou pretexto verbal que o aspirante profira, ele ainda permanece abrigado na carne e ainda é responsável pelo que faz — ou deixa de fazer — por esse abrigo.
Se per­mite que se deteriore, que se obstrua com venenos e não execute mais suas fun­ções orgânicas adequadamente, acontecerá uma reação sobre a mente e uma re­percussão sobre os sentimentos que inevitavelmente penetrarão no seu modo de ver as coisas e o forçarão a reconhecer que seus pés estão plantados na terra, não importa o que seus olhos possam estar fitando.
O corpo é tanto uma projeção divina quanto o é o planeta que ele habita. Não é demoníaco, nem mesmo um símbolo da triste queda do homem.
Cada cé­lula de tecido, cada célula óssea, cada célula nervosa e cada célula muscular de que é construído é, em si mesma, uma expressão da inteligência e propósito divi­nos. É uma cópia em miniatura do universo.

Do livro: Idéias em Perspectiva, de Paul Brunton

domingo, 30 de janeiro de 2011

KARMA


Imagina uma coisa que tu queres, mas não consegues fazer. Ou melhor, podes até nem querer, pois sabes que o facto de a fazeres te trará uma dor imensa. Podes até nem querer, mas SABES que tens de a fazer. Sabes, não com o teu sistema mental, não com o teu ego. Sabes porque intuis, e essa é a maior sabedoria.

Pensa numa coisa que sabes que tens de fazer, mas pura e simplesmente não consegues. Não sai. Não dá. Até podes tentar, mas não és capaz. Pensa nela. Fica. Fica só a pensar nisso.

Vais notar que alguma coisa vai acontecer dentro do teu peito. Um medo. Uma pressão. Uma incontrolável vontade de fugir. Esse talvez seja o teu maior nó. A tua maior dificuldade. Um dos teus karmas.

Um karma é algo que em outra vida doeu muito, foi bloqueado, e do qual nesta vida foges com todas as tuas forças. Tens memória dessa vida, em que doeu tanto. Memória inconsciente, mas não deixa de ser memória. E essa memória faz com que não consigas, nesta vida, fazer algo semelhante.

E podes perguntar-me: «Se não consigo, porque é que quero, porque é que Sei que tenho de lá ir?» E eu respondo: Porque o karma tem de ser desbloqueado nesta vida. E se vens a esta vida limpar karma, enquanto não fores a essa memória vivê-la outra vez, aceitar essa dor, não libertarás essa energia kármica e, por conseguinte, não estarás cá a fazer nada.

Resumindo: Descobre o que mais te custa fazer, pensa em fazê-lo, deixa o medo se apoderar do teu peito, abre o peito, retira essa densidade, chora, se for preciso, mas limpa. E a cada vez que pensares no assunto vai doer menos. E a cada vez que tentares, vais conseguir mais. É assim que se começa a limpar karma. É assim que se começa a dar sentido à encarnação.

Muito Mais Luz – Pergunte, O Céu Responde
de Alexandra Solnado

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011


“É preciso uma aldeia inteira para criar uma criança”
(Provérbio africano)
 

sábado, 15 de janeiro de 2011

QUAL É A SUA PARTE NISSO?



"A Evacuação Planetária acontece em todos os níveis, como já vos anunciamos. Isso significa algo para vós, além da preocupação convosco mesmos? Perguntastes alguma vez qual a vossa tarefa no plano de resgate? Quisestes saber realmente que passos deveríeis dar? Ou ainda temeis a transformação, temeis que ela seja para vós demasiadamente radical?

Repetimos: tudo está preparado, mas a cada etapa novas possibilidades surgem. Sois parte de uma conjuntura e, se permitirdes, sereis instruídos diretamente, no calor de nossas naves, no âmago de vosso ser, para que vos torneis verdadeiramente instrumentos da Lei, Espadas de Fogo que vêm expulsar as trevas e trazer a boa nova."

Fonte: "A Hora do Resgate" de J. Trigueirinho Neto, Editora Pensamento, pág. 115